segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

QUE TIPO DE HOMEM É VOCÊ?

 QUE TIPO DE HOMEM É VOCÊ?


por Jeorge Cardozo


Ao contrário dos contos de fadas, a vida da maioria das mulheres, a existência é apenas um intervalo entre a infância e a adolescência, depois vira um intervalo de crueldade para parte das mulheres que apanham dos maridos, companheiro ou namorados. E, não raro, um intervalo que termina cedo demais, com mortes violentas, a depender da intensidade das agressões. Para chamar atenção para essa prática medieval, nos tempos atuais, onde o extremismo volta com força negativa, tendo em vista que até membros de religiões legitima o machismo como princípio cristão, negando dessa forma, a máxima de Jesus Cristo, quando ele afirma que: " atire a primeira pedra aquele que nunca pecou", é comum hoje, vermos nos noticiários mulheres com expressões amendontradas, de olhos roxos, boca, nariz sagrando e o terror tácito de mortes que continuam a reinar quando o assunto é violência conjugal. Portanto, se você homem já levantou a mão contra uma mulher, deve fazer a pergunta a si mesmo acima - de que tipo de homem você é -  e tomar vergonha para nunca mais cometer tamanha barbaridade. E, se você mulher, vem sendo agredida fisicamente, moralmente ou materialmente pelo seu companheiro, caia fora quanto antes, rompa o silêncio encapsulado entre quatro paredes, antes que o drama se transforme em tragédia. Infelizmente, também no Brasil, o berço da selvageria, milhares de mulheres continuam e vem aumentando ultimamente o número de mortes, submetidas a surras e toda modalidade de intimidação física, psíquica e moral da parte de quem, - e não há machismo nenhum em afirmar isso, - deveria ajudar a protege-las. No Brasil, a Lei Maria da Penha, aprovada em 2006, que agrava a pena dos agressores de mulheres, bem como o agravamento da pena quando enquadrada como crime de feminicídio, têm sido um passo importante, embora não suficiente para coibir de maneira eficaz o flagelo da violência contra as mulheres.

O Brasil está hoje, entre os dez países do mundo com mais vítimas de espancamentos e mortes protagonizado por "príncipes encantados" que se revelaram sapos para suas 'princesas'. A vida não tem final feliz para grande parte das mulheres, mas é inaceitável que em pleno século XXI, o entrecho seja um inferno de tapas, socos, ponta pés e mortes para a metade da humanidade que nasceu com menos força muscular do que a outra.

AS ESQUERDAS E AS FORÇAS DE SEGURANÇA

 AS ESQUERDAS E AS FORÇAS DE SEGURANÇA


por Jeorge Cardozo


É fato que os governos petistas anteriores de Lula e Dilma deixaram em banho Maria , uma discussão importante, que é a questão da segurança pública e das forças de segurança. Com o campo aberto, o bolsonarismo penetrou no vácuo deixado e têm tentado criar raízes , e se não criou maiores ramificações nessa área, é por causa das promessas não cumpridas e pelas mentiras do próprio Bolsonaro, tanto com a segurança em si, como com a classe de policiais federais, como estaduais e penais.

Portanto, dentro desse prisma, caberá a Lua, na eminência de voltar ao governo federal, fazer uma discussão e buscar resgatar o diálogo, bem como políticas públicas de valorização das forças de segurança e não deixar que as forças de segurança federal e estaduais sejam manipuladas, usadas de forma irresponsável e levianas pelo bolsonarismo e pela milícia apoiada pelo presidente e seus familiares.

DESEJO!

 DESEJO!


por Jeorge Cardozo


Uma noite, 

Desejo,

Meus sonhos flutuam,

Vejo você nua,

Em uma longa noite de amor.


Eram sonhos emendados

De beleza que murmura

Amantes na tênua madrugada

De amor e devaneios adolescentes.


Seu corpo de princesa

De menina formada,

Ama no meu leito,

Doces beijos quebrados,

Na quente madrugada.


Amor sem razão

Gritos de tesão

Emoção que no horizonte flora.


Juntos na noite

Do fim do mundo

Que só guardará de nós

Murmúrios, gemidos e voz.

2026 É RUI COSTA

 2026 É RUI COSTA


por Jeorge Cardozo 


Vamos deixar o amadorismo e o controle paulista de lado sobre o PT, todos dentro e fora do PT já sabem de que Haddad é um candidato pesado para se carregar, portanto, Rui Costa hoje, se apresenta como o nome mais adequado para o PT nacional começar a trabalhar para suceder Lula no futuro. Wagner por sua facilidade de articulação também pode ser esse nome, mas, me parece ter algum problema escondido durante a sua gestão a frente do governo baiano, portanto, Rui é o nome, do contrário, é correr risco desnecessário. Rui é do Nordeste, região dominada pelo PT, cabendo ao sul, indicar um vice forte, que possa equilibrar a disputa em 2026.


https://www.trbn.com.br/materia/I70913/petistas-pressionam-lula-a-escolher-haddad-como-ministro-da-fazenda

CRÔNICA DA GAL

 CRÔNICA DA GAL


por Jeorge Cardozo


Não é possível aprender, reconhecer, venerar qualquer talento, qualquer voz; pois onde se encontra, quem a possui e segundo quais características de ouvidos, sensibilidade, gosto musical se pode reconhecê-la na Gal Costa? Só é possível aprender a admirar, ou seja, exercitar os ouvidos com o talento da voz, fazendo-a ecoar os seus sons universais em certas tentativas talentosas já existentes, mas sempre reescrevendo às letras, as melodias e a gravidade única da sua voz até mesmo nos palcos mais longivuo mundo a fora, confirmado a Bahia como fonte inesgotável de talentos musicais.

O COMEÇO DO FIM DO BOLSONARISMO

 O COMEÇO DO FIM DO BOLSONARISMO


por Jeorge Cardozo*


A observação que ora faço, do momento vivido pelo BOLSONARISMO, pós derrota eleitoral, vivenciada no último dia 02 de outubro, do presente ano, em segundo turno, contrapõe -se à percepção histórica construída no seio do BOLSONARISMO, de que eles ganhariam à eleição, ou em caso de derrota, tentariam um golpe de Estado ou Militar. A concepção que temos hoje, é de que não só o BOLSONARISMO foi derrotado nas urnas, como também, na tentativa de um golpe, pois, lhes faltam apoios de grande parte da sociedade, das instituições políticas, jurídicas e até mesmo, das Forças Armadas que, embora não "morram de amores" por Lula e o PT, mas, destarte, também não nutrem de confiança absoluta na pessoa do capitão, que foi expulso do próprio exército por conduta inadequada.

Vivenciamos momentos de perplexidade em face dos acontecimentos pós eleição e o desmantelamento do paradigma Bolsonarista. De um lado, o derrotado, cambaleando e perdido Jair Bolsonaro que, desde que perdeu a eleição, perdeu também o rumo, se é que teve algum dia; escondido, calado e abandonado pelos 'amigos' da política, o que lhe restou foi meia dúzia de tresloucados que ocupam estradas e até mesmo portas de quartéis em busca de apoio militar, para com isso, tentar bloquear a posse do presidente Lula, eleito de forma democrática e transparente. De outro lado, estão os filhos, tal como o pai, tresloucados também, um está a passear no Oriente Médio, precisamente, no Catar, onde acontece a copa do mundo de 2022; do outro, estão os demais filhos que, andam e voltam fogem dos seus seguidores que cobram ações extremistas por parte dos supostos líderes da extrema direita.

Mais perdidos do que foguetes sem pólvora, tanto Bolsonaro como os filhos, a priori, não têm um plano para sustentar o grupo extremista e, destarte, vêm os seus apoiadores do 'Centrão' se mudarem de malas e cuias para a futura gestão petista. Ingenuamente, Bolsonaro e seus seguidores achavam que o famigerado 'Centrão' iria ficar pós derrota eleitoral, em barco náufrago; a história tá aí para contar, é só lembrar o que o então aliado de Dilma fizeram com ela.


CRÔNICA AO REI PELÉ

 CRÔNICA AO REI PELÉ


por Jeorge Cardozo


Se, em face do resto da cultura futebolístico, um fenômeno é o seu resultado ou súmula; o meio para ele operar a genialidade; a condição para a arte com as pernas parecer natural e simples, cada drible, cada gol parece naturalmente um gênio, ainda que cada qual ao seu tempo e espaço faz o total da cultura futebolístico dos gênios. Nos termos de Edson Arantes do Nascimento, simplesmente, Pelé, recorta a uma realidade que só os seres acima do seu tempo os conseguem serem de um modo particular. A genialidade de Pelé, como é conhecido, contrária a impressão ingênua de quem não o viu jogar, seriam meras variações de expressões que remeteria a significado universalmente válidos e estáveis. Assim, as grandes jogadas, arrancadas, dribles, gol naturalmente não são um decalque nem uma rotulação estéril da realidade ; elas delimitam aspectos de experiências vividas nos gramados mundo afora, e essas experiências geniais, não coincidem, necessariamente, de um grande brasileiro conhecido mundo afora.

Vai na fé grande rei!